terça-feira, janeiro 06, 2004

Nós, os economistas, e o povo

Neste artigo temos uma dica para uma questão importante: devemos nos comunicar melhor com os leigos? Tudo bem que eu não sou fã do lado normativo do Paul Krugman. Mas, por outro lado, ele tem um mérito: tenta esclarecer os conceitos para os não iniciados.

A existência deste viés indica, no mínimo, que pode ser uma boa modelar agentes econômicos em, pelo menos, dois tipos: os que sabem economia e os que não sabem.

Mas, claro, já tem gente fazendo isto (se não me engano, Akerlof fez algo assim).