sábado, setembro 11, 2004

Homenagem a Renato Colistete (do blog "História Econômica", um dos links fixos ao lado)

Posted by Hello

sexta-feira, setembro 10, 2004

Fotolog engraçadinho do Renato Colistete

O Renato Colistete fez um fotolog do encontro de Araraquara com legendas (muito) engraçadinhas (mesmo). O endereço é este.
A última parte do estudo do prof. Iorio...


...sobre as causas da Grande Depressão, aqui.
OxLad

Uma externalidade do encontro: OxLad. Thanks Amy Berger pela excelente dica. Em breve transformo isto em link fixo aí ao lado.

Oxford Latin American Economic History Database
Mercado é a regra

Eu esperava uma de-Baathificação da sociedade iraquiana, mas os atentados terroristas que não terminam nunca geraram mais uma solução de mercado: a contratação de serviços de consultoria de ex-militares iraquianos.

É como eu sempre digo: a violência gera violência e também soluções de mercado. Mas isto não quer dizer que você deva concordar com elas.

quinta-feira, setembro 09, 2004

Evento

Conhecer pessoalmente gente como Ricardo Colestete, Colin Lewis, Amaury (ops, este é velho de USP) e outros feras de História Econômica é uma chance única. Em breve, fotos do evento do qual acabo de chegar (e tenho de sair de casa para a faculdade em minutos!!).

quarta-feira, setembro 08, 2004

Como voce acha que vai estar a economia brasileira em 2045 ?

Tai uma boa oportunidade para acompanhar a confianca dos agentes economicos, residentes ou nao, nos rumos do Brasil. Em particular, vale a pena observar a taxa de juros demandada pelo mercado e o valor dos titulos no mercado secundario em relacao ao valor de face. Como ficaremos em relacao ao resto do mundo ?

Tesouro vai lançar títulos com prazo de vencimento acima de 40 anos
http://oglobo.globo.com/jornal/Economia/145790619.asp

domingo, setembro 05, 2004

A Justiça tarda, mas os juros não falham
ou especular com a impunidade nem sempre e' rentavel

Elio Gaspari
O Globo, 05/09/2004

Um caso para fazer a alegria de todos aqueles que já passaram pela experiência de ter que negociar com surtos de prepotência dos grandes bancos: No dia 30 de agosto de 1994, o piloto aposentado Walter Bandeira de Mello foi à agência Barra do Bradesco, no Rio, para movimentar sua conta e deu-se conta do sumiço de R$ 4.505,30. Tentou conseguir o seu dinheiro de volta amparado no valor de sua palavra. Mandaram-no passear. Ele foi à Justiça, pedindo que se desse ao pleito o mesmo tratamento que o Bradesco aplica aos clientes que devem no cheque especial. Os famosos juros compostos a uma taxa média mensal de 8% ao mês. Bandeira de Mello sabia que comprara uma briga na qual o banco não pretendia vencê-lo mostrando que nada lhe devia. O Bradesco decidiu prevalecer recorrendo à pressão do tempo. O piloto tinha 70 anos e um advogado. O banco tinha a eternidade e quantos advogados quisesse. Em 1995 o Bradesco foi condenado a pagar R$ 15 mil. Era um dinheiro que não faria falta a um banco que acabara de dar R$ 2,2 milhões à campanha do professor Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República. O banco usou todos os recursos que a lei concede e jogou o caso para a frente. Em abril de 1999, a Justiça mandou executar a dívida. Ela estava em R$ 679 mil. O Bradesco continuou recorrendo. Perdeu por 22x0 no Tribunal de Justiça no Rio e por 16x0 no STJ. No ano passado, Walter Bandeira de Mello morreu, aos 79 anos. Seus herdeiros continuam querendo que o banco pague o que deve desde 1994. O Bradesco é muito poderoso, mas por não ter devolvido R$ 4,5 mil a um correntista, corre o risco de ter que pagar uma conta que em março passado chegou a R$ 122,5 milhões.